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  MAIS PERTO DE DEUS       “ Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.” (Tg.4.8)     Quantas vezes oramos e desejamos, sinceramente, a manifestação da presença de Deus? Quantas vezes reivindicamos as bençãos e ignoramos o Senhor da Benção? Estamos, realmente, dispostos a nos aproximarmos Dele ou somente usufruir dos seus benefícios? São questionamentos necessários para melhor compreender a nossa relação com o Altíssimo, que, muitas vezes se torna superficial e interesseiro; longe do propósito com o qual Deus nos tem chamado.     É verdade que a santidade do Eterno nos traz um grande constrangimento devido ao abismo de separação por nossas condutas, e além do caráter santo e puro existem princípios estabelecidos na Palavra com os quais o Eterno não abre mão. O que dizer da ordem como recebeu Moisés que tirasse as sandálias dos pés em um local público e arenoso...
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  A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO     Neste primeiro informativo do ano vamos meditar sobre este importante tema que pode ser a resposta para as diversas situações da vida. Uma nova visão não significa que a anterior não tem valor, mas que buscamos sempre renovar para melhorar. O caminho da benção passa por uma nova visão. Compreendendo que com boas perspectivas e mentalidade saudável conseguimos traçar melhor o futuro direcionados pelo Senhor.     Através de exemplos bíblicos, entendemos as mudanças que geraram progresso ou mesmo fortalecimento nos momentos de dificuldades. Passagem das mais conhecidas em 2Re 6.16,17, retrata o clamor do profeta Eliseu a fim de que Deus abrisse os olhos do seu moço amedrontado com o exército inimigo na proximidade. A visão do rapaz era somente a natural, portanto incapaz de crer no sobrenatural. Aberto seus olhos, visualizou as milícias celestiais à sua volta, havia segurança porque Deus estava no controle. A real...
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QUE DAREMOS AO SENHOR?     Como você se sentiria ao ver alguém que após lhe agradecer pelo presente recebido, jogasse fora o que você lhe deu? Certamente não é uma boa sensação. Assim também, muitas vezes, conscientes ou inconscientemente, assim fazemos com as dádivas que recebemos do Senhor. Reconhecemos os benefícios recebidos, mas nem sempre damos o valor devido. Por isso, neste último mês do ano queremos refletir sobre a pergunta do salmista e sua própria conclusão como resposta: “ Que darei eu ao SENHOR por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR. ” (Salmo 116.12,13).     Observamos que consta duas ações após o autoquestionamento; beber o cálice e invocar. Compreendendo que, à luz da Palavra, o cálice denota sofrimento, pois o próprio Senhor declarou “afasta de mim este cálice”, cabe aqui uma interpretação das lutas, resistência, resignação, enfrentamento, ou mesmo, sob análise branda, o símbo...