“Disse Jesus: Meu pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (Jo.5.17)
A frase acima foi proferida após o Mestre ser
criticado e perseguido pelos religiosos, insatisfeitos por um milagre que ele realizara
no sábado. Ainda que naquele contexto estava um homem que há 37 anos esperava
uma cura, não se ouviu vivas de glórias a Deus e celebrações pelo grande feito,
mas críticas, porque o curado trazia consigo uma cama num sábado, cumprindo a
ordem do Cristo. O que seria um feito de lembrarmos somente da alegria e
gratidão de alguém, se tornou, também, uma profunda reflexão sobre costumes,
tradições e atos que encobrem as manifestações de Desus.
Trabalhamos somente pela recompensa terrena ou
visamos também a recompensa eterna? Poderíamos citar vários versículos
mencionando “tesouros no céu” que depositamos através dos nossos atos neste
mundo, mas o maior exemplo e referência vem do próprio Senhor, passando a
consciência de que sempre teremos algo a fazer em prol o reino, mesmo não tendo
programado. No descanso de Jesus junto
ao poço de Jacó para saciar a sede, surgiu uma oportunidade; uma mulher
samaritana vindo buscar água. O maravilhoso encontro pôde proporcionar a
aparição da primeira missionária do Novo Testamento! Conseguimos enxergar a
secura das vidas sedentas? Conseguimos perceber o quanto o Espírito Santo
quer nos usar?
Muitos pensam que trabalhar para o reino significa
abandonar sua profissão secular e sair pelo mundo pregando o Evangelho. Embora
tenhamos exemplos de cristãos que assim o fizeram, não significa dizer que é a
única maneira de servir ao Senhor. Daniel influenciou toda a Pérsia do rei
Dario, principalmente porque trabalhava para o governo. Era conhecido e prestava
bons serviços; ao ponto do próprio monarca já cogitava sua promoção de cargo.
Zaqueu também não foi aconselhado a abandonar sua profissão, mas que agisse de
forma correta. O casal Priscila e Áquila permaneceram a confeccionar as tendas
(At.18.3). Importante lembrar a participação das mulheres que acompanhavam
Jesus e os apóstolos, empregando os bens que possuíam (Lc.8.3).
Já pensou em trabalhar para o Reino no seu trabalho,
colégio, curso ou faculdade? Lançar sementes é um ato de crer na certeza que o
investimento sempre valerá à pena: “Assim será a minha Palavra, que sair da
minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e
prosperará naquilo que a enviei” (Isa.55.11). Decerto que o nosso
testemunho sempre falará mais alto que nossas palavras, contudo, não significa
dizer que não há necessidade de pregar. É importante estar alicerçados na fé, cheios da graça de Deus e
crendo que haverá um juízo final; o Espírito Santo nos dá palavras no momento
certo, que o próprio Deus proporcionará. Não se engane, às vezes os mais
resistentes serão os mais acessíveis ao evangelho. “...Como ouvirão se não
há quem pregue?” (Rom.10.14).
Acontecem situações das mais inesperadas quando nos
voltamos a servir e trabalhar para o Reino. Como sentir-se transbordante da
presença do Pai Celestial após proclamar as Boas Novas, mesmo que em momentos
de fraqueza e passando grandes lutas. Promessa de Jesus: “Dai, e servos há
dado...” (Jo.6.38). Semelhante fala registrou o sábio Salomão: “A alma generosa
prosperará, e quem dá a beber será dessedentado” (Pv11.25). “Aquele que leva
a preciosa semente (Palavra) andando e chorando, voltará sem dúvida, com
alegria, trazendo consigo os seus molhos” (Sl.126.6).
Realizar tarefas, serviços e doações para suprir os
necessitados, também é fundamental e de enorme relevância na Obra. O próprio
Jesus declarou em Mateus 25, no ensino do Grande Julgamento ao citar os
chamados a possuir a herança celestial: “O Rei, respondendo, lhes dirá: “Em
verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos
irmãos, a mim o fizestes” (Mt.25.40). Não se mede o galardão pela
autoridade ou função terrena, mas pela dedicação. Há chamados específicos,
conforme frisou Paulo: “De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que
nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; Se é ministério,
seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; Ou o que exorta, use
esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com
cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria” (Rom.12:6-8).
Trabalhar para o Reino é um grande privilégio! O que
seria da Igreja se não houvessem intercessores? A oração e o jejum também são
formas de servir a Deus. A profetiza Ana nos seus 84 anos deixou este exemplo
(Lc.2.37). Todos são imprescindíveis e de grande valor para o Cristo; afinal,
ele deu a sua própria vida por nós. “E ele morreu por todos para que aqueles
que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu
e ressuscitou” (2 Cor. 5:15).
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- SANTA CEIA DO SENHOR - DIA 03 DE MAIO -
DOMINGO ÀS 09 DA MANHÃ
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Mãe... Que Deus lhe abençoe neste dia especial,
porque você merece!
Ser mãe é uma dádiva, é uma bênção divina.
É um desafio a ser superado todos os dias.
Mãe, você sempre será uma heroína, uma rainha,
um grande espelho a ser seguido, pois tenho plena
certeza de que Deus a abençoou, fazendo a melhor mãe
do mundo!
Mãe virtuosa, mãe dedicada, mãe trabalhadora, por muitas vezes sofredora...
Mas que não recua em sua fé, independentemente das circunstâncias, pois a sua fé em Deus é inabalável. Mulher de Oração, que tem intimidade com Deus.
Mãe Vitoriosa!
Mãe temente a Deus, que medita dia e noite na Palavra do Senhor e em seu coração está gravado o que diz as escrituras em Provérbios 31:10: “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis”.
Gratidão Senhor, por estas jóias preciosas que o Senhor agraciou com a dádiva de serem chamadas de Mãe.
Extraido da Internet
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