“ENSINA-NOS A CONTAR OS NOSSOS DIAS PARA QUE ALCANCEMOS
CORAÇÕES SÁBIOS” (Sl.90.12)
O futuro pode representar esperança de dias melhores,
como também receio por tempos difíceis ou até mesmo refletir sobre, como um
impacto do presente; quando os fatos já começam a desencadear e precisamos nos
preparar -- é o chamado prenúncio das expectativas com choque de realidade.
Considerando fatores que tendem às nossas próprias atribuições ou
responsabilidades, alguns supostos eventos podem ainda ser mudados. Saber o que
nos espera mais adiante é o desejo de toda a humanidade. Ah, se soubéssemos o
que nos sobrevirá!!! Certamente algumas coisas faríamos para tentar impedir,
amenizar ou mesmo compartilhar o conhecimento.
A visão de boas surpresas pode ser contrastada com as
aflições e angústias inerente da própria vida, como perder pessoas que amamos,
por exemplo. Por um momento parece que nunca vai mudar; o usufruir da companhia
dos pais, de um cônjuge, convívio com os amigos, local de residência,
trabalho..., e muitas outras situações que já estamos adaptados. O poeta disse
que “deve-se viver o hoje como se não houvesse o amanhã”, no entanto, ele
esqueceu de mencionar que o futuro pode ser a consequência do presente. Colher
aquilo que plantamos é uma resposta natural da vida e uma advertência bíblica:
“Não erreis, Deus não se deixa escarnecer, tudo que o homem semear, isto também
ceifará” (Gl.6.7).
O Salmo do subtítulo é uma profunda reflexão a
respeito do momento que trilhamos. O autor deste, Moisés, viveu 120 anos e lhe
são atribuídos cinco livros da Bíblia (o pentateuco), entretanto só um salmo
registrado. Curiosamente, no verso 10 ele especifica uma idade que, segundo
analisa, seria um tempo de fraqueza; talvez não contasse que Deus o chamaria a
conduzir uma nação por mais quarenta anos: “Os dias da nossa vida sobem a
setenta anos ou, em havendo vigor a oitenta; neste caso, o melhor deles é
canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente e nós voamos” (Sl.90.10).
Certamente que estamos falando de uma exceção à regra, pois, conforme declarou
Jó: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó
42.2).
O Salmista Davi, compondo a respeito da brevidade da
vida, expressa seu anseio em conhecer o futuro: “Dá-me a conhecer, Senhor, o
meu fim e qual a soma dos meus dias para que eu reconheça a minha fragilidade”
(Sl. 39.4). O que faríamos se soubéssemos com exatidão o tempo que nos resta
nesta terra? Já teríamos dificuldade em aceitar o prazo estabelecido, tal qual
ocorreu com o rei Ezequias, que insatisfeito, orou e chorou para que mudasse o
decreto; de outra forma, se houver na pessoa o temor de Deus e resignação com
submissão à determinação, certamente seria um tempo de muitas conversas,
acertos e reconciliações. Atitudes bem diferente daqueles que desconsideram o
juízo iminente. Diriam os incrédulos: “Aproveite a vida!” Semelhante visão do
homem que foi chamado na Bíblia de louco e foi avisado acerca do triste futuro
da sua alma.
Moisés pede que Deus nos ensine a contar os nossos
dias. Obviamente ele não está falando das comemorações de aniversário, sabendo
ao certo a sua idade, mas valorização, ou seja, vivendo de modo agradável a
Deus. Compreendendo as etapas da vida, se esforçando nas conquistas, porém se
conformando com as limitações; tendo o olhar para o alvo, que é Cristo; e um
olhar para praticar o verdadeiro evangelho aqui nesta terra. Superando as
decepções e angústias, consciente das aflições do tempo presente, sem esmorecer
na fé. “Se pois o homem viver muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo lembre-se
dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade (há
de passar)” Ec.11.8.
É tempo de semear! A semeadura é opcional, mas a
colheita é obrigatória. Muitas vezes a colheita pode ser um fruto da omissão,
isto é, ignorar o futuro e assim perder oportunidades. Mas Deus nos chamou para
boas colheitas!
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FESTA DE ANIVERSÁRIO DA IGREJA DO EVANGELHO DE CRISTO
=============================================================DIAS 24 E 25 DE JULHO
INVESTIMENTO : $ 50,00 - PROCURAR ELISA (21) 97129-0291 = LUCIENE (21) 97240-8186
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MÊS DE JUNHO - QUARTAS ESPECIAIS
"SEMEADURA "
DIAS 03, 10, 17 e 24 - ÀS 19:30h
SEMEAR COM FARTURA, COLHER FARTAMENTE 2 Cor. 9.6
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Trabalho Social e Evangelismo
Origem pagã das festividades
juninas
As festas juninas são comemorações que acontecem no mês de
junho no Brasil. A origem da festa junina é pagã, ou seja, é contrária à
doutrina cristã, porque as festas que deram origem às festas juninas
homenageavam os deuses da natureza e da fertilidade e pediam fartura nas
safras, pois era nessa altura que começava o período da colheita de cereais.
Mas, como a igreja não conseguia acabar com a popularidade
dessa festa - que surgiu há centenas de anos -, acabou aderindo a ela e
atribui-lhe um caráter religioso. As
pessoas se reuniam em volta de grandes fogueiras e dançavam
para as entidades da natureza em rituais de fertilidade e agradecimento, daí
vem o costume de acender fogueiras nas festas juninas.
Incorporação
pela Igreja Católica
Quando a Igreja Católica assumiu o poder na Europa, dominou a vida
sociocultural e política durante a Idade Média. Uma das estratégias que o
cristianismo encontrou para converter as pessoas para a nova fé foi a
incorporação de elementos e rituais pagãos. Assim, essa festa da colheita se
transformou em um evento para homenagear santos católicos, especialmente São
João, Santo Antônio e São Pedro. Batizada de “Festa Joanina”, fazia
referência a São João, homenageado em 24 de junho. Por isso é também chamada
Festa de São João.
extraído da Internet
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DIA 12 DE JUNHO - DIA DOS NAMORADOS
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